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Tendências em arquitetura para 2018

O ano está chegando ao fim, encerrando um ciclo de inúmeras mudanças que aconteceram no mundo inteiro. Em compensação, 2018 vem com tudo e consigo traz muitas inovações nas mais variadas áreas. E na arquitetura, que é o nosso forte, não poderia ser diferente.

Não vamos aqui falar de modismos, mas de tendências arquitetônicas. Tanto no que diz respeito ao uso das cores que serão tendência em diversos ramos, há também mudanças econômicas, sociais, culturais e ambientais que vão influenciar nos projetos arquitetônicos para o próximo ano.

A ideia é que as próximas obras sejam mais sutis, minimalistas e criativas, dando mais valor a praticidade e a diminuição do impacto no meio ambiente.

Portanto, se você tem planos de reformar sua casa ou escritório ou até mesmo construir algo do zero, fique atento as novidades que estão por vir!

Esse rumo que a arquitetura está seguindo é pautado no comportamento do ser humano, que mudou muito de uns anos para cá. Hoje a consciência sustentável é muito maior e não faz mais tanto sentido construir obras imensas e luxuosas, sem pensar na economia de recursos e o que haverá de proveitoso para as pessoas que utilizarão aquele espaço.

Uma palavra que resume bem a proposta da arquitetura para o próximo ano é: solução. Não só para as pessoas, como também para a natureza, o mercado de trabalho e a sociedade como um todo.

Por isso, para que você fique ainda mais ligado nessas tendências, confira as que listamos a seguir:

Sustentabilidade

Já faz um tempo que esse assunto está em alta, mas parece que nunca sairá de moda. Afinal, a preocupação com a sustentabilidade tende a aumentar em decorrência da escassez de recursos naturais, falta de espaço, aumento da produção de lixo, dentre outros fatores socioambientais.

Portanto, os arquitetos trazem para o próximo ano ainda mais novidades sustentáveis em seus projetos, de forma que se minimize os impactos econômicos e ambientais, sem deixar de lado a sofisticação, conforto e comodidade para as pessoas.

Espaços menores e otimizados

Com o aumento da população e da urbanização, a preferência por morar em casas grandes diminuiu. A maior parte da sociedade hoje passa mais tempo fora de casa, seja trabalhando, estudando ou praticando exercícios, usando o lar apenas para dormir.

Desta forma, a demanda por apartamentos, quitinetes e lofts é muito maior. E como espaço não é uma vantagem desses lares, a ideia é investir em sua otimização e praticidade. Arquitetos têm trabalhado em formas criativas de manter o conforto, a beleza e a praticidade em um lar, mesmo com pouco espaço.

Para o próximo ano, haverá ainda mais casas com móveis e paredes reguláveis de acordo com as necessidades, ou seja, que se deslocam ou se articulam, modificando a integração entre os espaços e criando mais usos em menos ambientes. Por exemplo, um ambiente que possa aumentar de tamanho ou ser integrado a outro para receber as visitas, quando se precisa de mais espaço, ou que possa se fechar para a hora de dormir, quando se precisa de menos espaço e mais privacidade.

Construções pré-moldadas

Complementando o tópico anterior, as casas pré-moldadas também podem ser projetadas em decorrência da diminuição de espaço, como uma alternativa aos sistemas construtivos convencionais, ou mesmo se utilizando sistemas construtivos mistos. Sendo assim, os arquitetos têm elaborado projetos para que elas sejam bem divididas e, muitas vezes, construídas com paredes que se regulam com facilidade de acordo às necessidades atuais e futuras.

Essas casas podem ser planejadas para futuras mudanças, economizando tempo e dinheiro no momento de fazer novas reformas.

Outra vantagem para essas casas pré-moldadas é a facilidade da mudança dos pontos das instalações elétricas, que podem ser preparados de acordo com os planos futuros, de como, por exemplo, a implantação de novos sistemas de automação residencial, dentre outras coisas.

Automação residencial

Um fator que não podemos deixar de lado quando falamos das tendências para o próximo ano é o avanço 

tecnológico. Com ele, executar projetos que atendam a necessidades de conforto, segurança e preservação do meio ambiente tornam-se mais fáceis.

Com isso, as novidades na área de automação residencial não param de surgir, desta forma, o arquiteto consegue elaborar ambientes que promovam economia de recursos, como controle para saída da água, instalação de claraboias, iluminação que regula a intensidade automaticamente e de acordo com a necessidade do ambiente e período do dia, entre várias outras possibilidades.

Soluções criativas e reaproveitamento de materiais

Por fim, para atender todas as tendências que listamos acima é preciso muita criatividade por parte desses profissionais de arquitetura. E com certeza há um grande empenho por parte deles para melhorar o bem-estar social e ambiental de todos os envolvidos.

As soluções criativas para o próximo ano envolvem o reaproveitamento de materiais sem perder o a beleza e a sofisticação, pelo contrário, valorizando e conceituando os espaços, além de, projetar ambientes que transmitam muito mais a personalidade dos donos da residência. 

Os profissionais de arquitetura terão muito trabalho para fazer!

Mas também terão muito a explorar, trazendo inovações constantes e quem ganha com tudo isso é a sociedade. Que tal aproveitar a chegada de 2018 para renovar o ambiente de sua casa ou dar play naquele projeto de não sai do papel? Só não se esqueça da importância de contratar um arquiteto qualificado para executar o projeto!

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Inspiração

A Importância de uma Boa Iluminação nos Projetos de Arquitetura

Um projeto de arquitetura depende de inúmeros fatores que vão muito além de divisão de cômodos e disposições de móveis. Para que a obra possa ficar perfeita, que é o objetivo de todo arquiteto dedicado, cada detalhe conta.

Portanto, ao se projetar uma casa ou mesmo espaços internos, é imprescindível pensar nos aspectos naturais, como tipo de solo, clima, temperatura, localização geográfica, percurso do Sol, sentido dos ventos, as vistas para o entorno, e a iluminação.

Este último é importantíssimo, desde a concepção de um projeto arquitetônico ou de interiores, até a finalização da obra, pois ela que a deixará mais harmônica, funcional e econômica. Por vezes, ela pode ditar todo o contexto e disposição de certos objetos, sendo a peça chave para aquele ambiente.

É preciso levar em conta dois tipos de iluminação: a natural e artificial. Uma complementa a outra, fazendo com que ambas sejam essenciais em projetos de arquitetura e de interiores.

A Importância de uma boa iluminação nos projetos de arquitetura

Os tipos de iluminação

Um bom arquiteto deve pensar em todos os aspectos do projeto arquitetônico ou de interiores e saber reconhecer todos as características da iluminação natural ou artificial.

Afinal, a luz pode transmitir diversos sentimentos e sensações. Por exemplo, se o ambiente for mais intimista, a luz mais fraca, leve, proporcionará a sensação de calma, vontade de dormir, descansar.

Caso seja mais clara, forte, transmitirá alegria, energia, fazendo despertar ou deixar em alerta, ideal para cozinhas e escritórios.

Ao pensar em iluminação, também deve-se levar em conta tudo o que compõe o ambiente, como disposição dos móveis e também a textura das paredes, se são rugosas, lisas, coloridas, monocromáticas, etc.

Afinal, é preciso saber quanto de luz projetar em cada objeto decorativo, parede, móveis, dentre outras que merecem a atenção para deixar o ambiente mais harmonioso.

Confira no vídeo os principais efeitos de uma boa iluminação:

Iluminação natural

Quando se inicia um projeto arquitetônico, é preciso entender que a luz natural é muito importante.

Para tal, antes mesmo de iniciar o projeto, deve-se analisar todos os aspectos relacionados à localização do terreno, para onde apontam norte e sul, onde o Sol nasce e se põe, os diferentes movimentos do Sol ao longo do ano, as sombras da edificação que está sendo projetada e das edificações do entorno, para que cada cômodo da casa/prédio/estabelecimento seja devidamente favorecido pela luz natural e que não atrapalhe as pessoas no local.

Por exemplo, priorizar para que o sol possa bater no quarto preferencialmente pela manhã ou pelo menos à tarde, bem como as áreas sociais também recebam o sol.

Ou, certificar-se de que, ao assistir TV, a luz do sol não atrapalhe quem assiste. Além disso, enquanto a cozinha deve ser um lugar mais arejado, para que se possa cozinhar melhor, a lavanderia precisará do efeito direto do sol para que as roupas sequem rapidamente.

E mais, considerar o melhor local para a piscina e solário, preferencialmente onde se possa receber sol o dia todo.

Desta forma, na hora de projetar as aberturas de janelas e portas externas, é preciso se atentar aos tamanhos e como a luz irá incidir e refletir nos ambientes em cada momento do dia.

Afinal, o Sol se movimenta durante o dia, iluminando de diferentes formas, é sendo dever do arquiteto saber usar isso para favorecer o projeto da casa ou edificação

Um fator também importante é o chamado solstício, o momento em que o Sol atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem em dezembro e em junho.

A chegada do solstício marca a chegada das estações, sendo que no hemisfério sul ocorre por volta do dia 21 de junho, marcando a chegada do inverno e a chegada do verão por volta do dia 21 de dezembro. E, no hemisfério norte, ocorre o contrário, a chegada do verão acontece em junho e a do inverno acontece em dezembro.

Entender como o movimento do Sol se comporta ao longo do ano por meio das estações e solstícios, é tão importante quanto entender o seu movimento durante o dia. Por exemplo, no hemisfério sul quando estamos no inverno, o Sol está mais inclinado para o norte, enquanto que quando estamos no verão, no meio dia ele está mais a pino.

Sendo que, no hemisfério norte, acontece o contrário. E mais, até mesmo o ponto que o Sol nasce no leste ao longo das diferentes estações do ano, não é o mesmo e deve ser compreendido pelo arquiteto. Por isso, acima, explicamos que se deve preferencialmente expor, no hemisfério sul, as piscinas e solários para o norte, aproveitando melhor o Sol também durante o inverno.

Portanto, como você pode perceber, os fenômenos e elementos naturais interferem no projeto arquitetônico. Isso pode ser positivo ou negativo, dependendo do planejamento do arquiteto, da escolha do terreno, dos materiais utilizados. Afinal, cada detalhe conta e cada um deles faz toda a diferença.

A Importância de boa iluminação nos projetos de arquitetura

Iluminação artificial

Para uma iluminação a base de luz artificial perfeita, é preciso entender para que serve cada tipo de lâmpada e em qual ambiente será melhor instalá-la.

Por exemplo, a iluminação da cozinha não deve ser igual a do quarto, enquanto um precisa de uma luz mais intensa forte, para realizar as tarefas que exigem atenção e alerta, o outro precisa de uma luz mais leve, pois deve ser aconchegante e tranquilo para que as pessoas possam descansar ou dormir, planejando eventualmente, pontos específicos para auxílio de leitura, como abajur, arandelas ou pendentes sobre o criado mudo.

A grande vantagem da iluminação artificial é alcançar locais que a natural não alcança, valorizando fachadas, jardins, piscinas, monumentos, museus, galerias, escritórios, restaurantes, além de poder controlar a quantidade de luz no ambiente ou em pontos específicos.

Atualmente, existem muitas opções de lâmpadas no mercado. As opções variam desde escolha por tamanho, cor, economia, design, potência, durabilidade e segurança, tudo vai de acordo com o que cada cômodo ou artefato precisa. Além disso, é importante saber escolher a iluminação de sua casa, pois, pode reduzir o consumo de energia, economizar dinheiro e contribuir com o meio ambiente.

As mais comuns são: incandescente, fluorescente e LED, sendo que, esta última é a melhor opção, não só por questões estéticas, mas principalmente econômicas, sustentáveis e vida útil.

Afinal, enquanto uma lâmpada comum de 60 watts tem mil horas de vida e a lâmpada econômica (fluorescente compacta) tem 15 watts e oito mil horas de vida, a lâmpada de LED equivalente tem 11 watts e 30 mil horas de vida. Sendo uma opção 25 vezes mais econômica, gerando menor manutenção.

Além disso, emitem menos calor que as outras, são eco-sustentáveis, recicláveis e não emitem raios infravermelho e ultravioleta, sendo também uma opção melhor para a saúde.

Com as diferentes opções de iluminação que temos hoje, é possível executar um projeto harmônico, sofisticado e detalhista, de forma mais econômica e consciente, e com maior facilidade de instalação, já que existem diversos modelos prontos LED que não dependem de reatores e transformadores, que possibilitam a criação de efeitos e cenas, onde quiser, mesmo em lugares que tenham umidade, interferência da chuva ou dentro d’água.

Afinal, as lâmpadas LED são mais duráveis e resistentes e, as dimerizáveis, podem ser controladas através de dimmers, para emitir a intensidade de luz desejada, deixando a obra e os elementos internos muito mais valorizados, bem como os ambientes mais aconchegantes e funcionais.

Fatores que tornam a iluminação artificial importante para a arquitetura

  • Decoração: A combinação da luz artificial com a natural podem deixar o ambiente muito mais bonito. Instalando os tipos de lâmpadas certos em locais favoráveis, é possível valorizar o ambiente, dando impressão de mais espaço ou destacando artigo de decoração. Além disso, é possível controlar a intensidade da luz de acordo com a iluminação externa e necessidade do ambiente, criando vários cenários de decoração.
  • Conforto: Durante a execução do projeto, é possível instalar sistemas que deixem a luz automatizada, trazendo mais conforto aos usuários, que podem controlá-la por painéis nas paredes ou mesmo aplicativos pelo celular, além de criar diferentes cenários, diminuir ou aumentar a intensidade e também iluminar apenas um ponto, como em momentos de leitura ou outras atividades manuais. Com a automação dos cenários, se pode escolher as opções que mais te agradam, por exemplo, acendendo diferentes circuitos de lâmpadas ao mesmo tempo numa única cena, trazendo maior praticidade e conforto.
  • Bem-estar: Todo o design de interiores em si pode passar a sensação de bem-estar para quem se encontra no ambiente. Com a iluminação isso não é diferente, pois espaços corretamente iluminados, não somente com relação à intensidade e temperatura de cor, mas também com relação aos tipos de lâmpadas, localização das luminárias e design geral da iluminação e das luminárias, traz bem-estar, aconchego e funcionalidade para todos os espaços, valorizando e complementando o design de interiores.
  • Economia: Durante o projeto, é possível prever lâmpadas LED, que iluminam melhor, são mais econômicas, mais práticas para instalar, pois podem dispensar reatores e transformadores, podem ser dimerizáveis e automatizadas, são recicláveis e têm maior vida útil, demandando menor manutenção. Sem sombra de dúvida, proporcionam excelente custo benefício, já que são baratas por todas as vantagens expostas.

Como pôde ver, a iluminação não poderá ficar de fora do processo criativo do projeto arquitetônico ou de interiores da sua casa ou apartamento.

Por isso, destacamos a importância de se trabalhar com um profissional especializado para executar o seu projeto de arquitetura ou de interiores e acompanhar a sua obra, de forma que todos esses aspectos apresentados possam ser solucionados pelo profissional da melhor forma possível para você, garantindo um melhor design, funcionalidade, qualidade, economia e durabilidade.

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Inspiração

Arquitetura, Engenharia e Design de Interiores, você sabe a diferença?

Sou arquiteto… sou designer de interiores… sou engenheiro…

Com certeza você já ouviu alguém dizer que exerce uma dessas profissões. Entendeu mais ou menos o que cada um faz, mas no fundo achou que era tudo a mesma coisa, certo?

Além disso, isso tudo te deixou ainda mais confuso quando precisou de um desses profissionais para lhe prestar algum serviço, seja para projetar um prédio, uma casa ou decorar cada ambiente, fazendo você perder tempo, dinheiro e também a paciência.

Afinal, qual a diferença entre engenheiro, arquiteto e designer de interiores?

 Pensando em tudo isso, fizemos esse post para esclarecer a diferença entre os três, exaltando suas funções, características e que tipos de serviços podem prestar para você. Confira:

O Engenheiro

Esse profissional tem como objetivo calcular e projetar estruturas e instalações, bem como gerenciar e executar obras. Sua função é elaborar construções e reformar casas, prédios, viadutos, estradas, dentre outras coisas.

De modo geral, o engenheiro usa seus conhecimentos para resolver, adaptar, desenvolver e aperfeiçoar mecanismos, produtos, estruturas e processos para atender as necessidades da sociedade. Em outras palavras, ele resolve problemas em relação à civilização, além de gerir equipes em grandes projetos, para que a obra tenha o acompanhamento necessário e seja concluída com sucesso.

Ele é o profissional preparado para acompanhar passo a passo a obra, analisando e decidindo qual a base necessária para o local, de acordo com as características do terreno, levando em consideração as mudanças de temperatura, vento e resistência dos materiais utilizados. Além disso, é função do engenheiro apontar as especificações de rede elétrica e hidráulica, se atentando também a prazos, custos, segurança e qualidade.

O Arquiteto

Esse profissional organiza e projeta espaços visando as normas, funcionalidade, conforto e composição. É o profissional mais habilitado, preparado e especializado para executar os projetos arquitetônicos, sempre com foco no uso do imóvel, considerando a disposição dos móveis, ventilação, iluminação, além de aspectos de sustentabilidade. Ou seja, o arquiteto é quem planeja e organiza os espaços internos e externos onde as pessoas vão morar, trabalhar e ter seu lazer, como em casas, prédios, museus, cinemas e teatros,

Desta forma, ele executa o projeto arquitetônico, coordena todos os projetos complementares, como estrutural, instalações, paisagismo, bem como a construção ou reforma de casas, edifícios e imóveis em geral, determinando desde os materiais que serão utilizados na obra até as equipes de execução, que incluiria as equipes de engenharia.

Um ponto diferenciador do arquiteto para o engenheiro, é que seus projetos são voltados para a parte da composição com a escala humana e, principalmente, de preservação do meio ambiente, aliando a harmonia, normas, conforto e funcionalidade de forma ecológica.

O Designer de Interiores

Como o próprio nome já diz, o designer de interiores projeta e estrutura ambientes internos, sempre visando o conforto e a funcionalidade. Ou seja, este profissional tem a função de planejar e organizar espaços, combinando os diversos elementos de um ambiente de forma harmoniosa.

Com isso, ele procura dispor em um único espaço os móveis, objetos e acessórios, incluindo cortinas e tapetes, planejando suas cores, materiais, acabamentos e iluminação, de acordo com o ambiente e o projeto selecionado.

Para tal, ele está sempre em contato arquitetos, marceneiros, pedreiros, pintores e eletricistas. Por isso, torna-se responsabilidade dele administrar cronogramas, prazos, orçamentos e o trabalho de marceneiros, pintores e eletricistas. Uma desvantagem, é que esse profissional não é habilitado para quebrar paredes e executar obras, somente os acabamentos de pintura, mobiliário e decoração.

Em obras de médio e grande porte, na maior parte das vezes o mais indicado é uma equipe multidisciplinar composta por arquitetos e engenheiros, aliando ambos os conhecimentos e especialidades.

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Inspiração

Hoje, Le Corbusier faria 128 anos!

Charles-Edouard Jeanneret-Gris, mais conhecido pelo pseudónimo de Le Corbusier (La Chaux-de-Fonds, 6 de Outubro de 1887 — Roquebrune-Cap-Martin, 27 de Agosto de 1965), foi um arquiteto, urbanista, escultor e pintor de origem suíça e naturalizado francês em 1930.Leia Mais

Notícia

Paulo Mendes da Rocha leva mais um prêmio internacional

Paulo Mendes da Rocha ganhou a medalha de ouro 2017 do Royal Institute of British Architects (RIBA), importante instituição de arquitetura mundial, em reconhecimento ao trabalho de uma vida inteira. Essa é a terceira consagração internacional que o arquiteto de 87 anos recebeu só este ano: ele também foi agraciado com o Leão de Ouro da Bienal de Veneza…Leia Mais

Notícia

A caneta que desenha circuitos

Caso você estude engenharia elétrica ou apenas seja interessado por assuntos deste gênero, sabe que construir um circuito nem sempre é algo simples — afinal de contas, você precisa dos materiais corretos, entre outras coisas.

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Citação

Oscar Niemeyer

Se a reta é o caminho mais curto entre dois pontos, a curva é o que faz o concreto buscar o infinito.